ENCONTRANDO A PRÓPRIA VOZ: Conheça Stephen Covey

 

Stephen Covey É difícil encontrar a própria voz?  
“Encontrar nossa voz exige profundo compromisso com o desenvolvimento pessoal. O fato é que, em geral, desconhecemos nossos pontos fortes. Isso ocorre por conta da era industrial, quando se colocava o foco nos pontos fracos. Na era do conhecimento, o segredo é se concentrar nos pontos fortes e compensar os pontos fracos de cada integrante do grupo com os pontos fortes dos demais”.

Fonte: www.hsm.com.br

O autor de “O Oitavo Hábito” destaca que a habilidade de nosso tempo é justamente a liderança que se capacita ao desenvolvimento do melhor que seus liderados têm a dar. Este comportamento caracteriza-se, principalmente, pela aceitação das diferenças e a mobilização das potencialiaddes pessoais que são capazes de garantir a convergência de metas.

Vale a pena conferir, na íntegra, a entrevista dada ao site www.hsm.com.br e, quem sabe, inscrever-se na palestra que este autor estará proferindo no próximo dia 13/11, em Porto Alegre (RS).

Profissionais à frente de seu tempo, aqueles que buscam a excelência pela garantia da oferta de atitudes diferenciadas, procuram ampliar os horizontes de seu conhecimento. A moeda de peso de nosso tempo será, sem dúvida, o conhecimento que conseguirmos construir e utilizar, de forma integrada, em nossas ações pessoais e profissionais.

Portanto… promova-se a si mesmo!

ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA… UMA BIOGRAFIA SOBRE A HUMANIDADE?

 

Ao assistir ao filme Ensaio Sobre a Cegueira, de Fernando Meirelles, sobre a obra homônima de José Saramago, deparei-me com a óbvia pergunta: será a história um retrato de nós mesmos? Afirmo “óbvia”, porque o mais natural é fazer uma analogia entre o título e a temática do filme e a realidade de “cegueira” que nossa sociedade apresenta, para diversos temas de nossa atualidade.

O impactante do filme, no entanto, são as diversas realidades a que somos obrigados a perceber a partir da atitude de cada um dos personagens destacados ao longo da história. A cegueira é apenas o pano de fundo, ou seria, o plano explícito, para mostrar-nos que nossas escolhas atuais são, em muitos aspectos, correspondentes ao não querer enxergar as realidades da humanidade.

Os valores, a essência de “bem” ou “mal”, a correpondência entre preconceito e exclusão, a manutenção de atitudes humanas ainda que em meio a um ambiente de total desumanidade… Enfim, são apenas alguns dos motes que o filme nos expõe. É bastante interessante pensar sobre todas elas, pois a história mistura ficção e realidade. Somos como que obrigados a ver-nos em meio àqueles que são expulsos de uma sociedade por apresentarem uma “doença” que dela se deriva. E acabamos por nos sentir em meio a esta realidade também. Isto, porque, o que autor e diretor conseguem nos fazer ver é que o dado fictício é apenas uma caricatura, exagerada, até, do que vivemos em nossas grandes cidades atualmente.

A relação que procuro fazer entre o filme e as possibilidades de resgate da “cegueira” (também apresentada na história) é a escolha pelo desenvolvimento de nossas potencialidades aliada à questão da Inteligência Emocional. Se dominarmos a nós mesmos, ou seja, descobrirmos o melhor que temos a SER e OFERECER, como a personagem de Juliane Moore nos faz refletir, certamente contribuíremos para uma “cura” desta que pode ser uma praga moderna, a “cegueira social“.

A escolha pelo SER pessoa, e VER ou OUTRO como pessoa, parece-me a melhor opção para que possamos contribuir com locais de trabalho mais agradáveis, relações familiares mais íntegras, trocas emocionais mais autênticas. Enfim, com uma forma mais verdadeira de inteligência e liderança, tornar-nos-emos capazes de contribuir para um mundo mais sustentável. Parece-me que nem sempre os meios corporativos e de relacionamento institucional enxergam neste desenvolvimento uma forma efetiva de aumento das possibilidades para seus ambientes de trabalho. Ainda é tempo de mudarmos de posicionamento quanto a isto!