Por que COACHING não é TERAPIA…

Diferenciar o processo de COACHING de um processo TERAPÊUTICO é uma atitude fundamental para que se decida exatamente o que se está necessitando realizar, em que momento e com que direcionamento.

Isto, porque, realizar COACHING é atuar sobre a escolha de novas atitudes, visualizando possibilidades futuras para solução de questões muito específicas. É o focar sobre “COMO” tomar decisões e definir estratégias, de maneira comportamental.

No processo de TERAPIA, a pessoa ficará focada em questões do passado, impulsionando decisões presentes a partir do trabalho com a “dor emocional” ou o “trauma”. É importante e não deve ser desconsiderado, pois é um trabalho complexo e subjetivo, capaz de estabelecer mudanças mais profundas e que levam um pouco mais de tempo para serem definidas e adquirirem uma adesão pessoal. Quem decide-se pela terapia deve definir para si uma mudança pessoal mais complexa e aceitar a condição de trabalho com as questões mais emocionais.

Portanto, se você tem objetivos específicos, voltados para questões que necessitam de atitudes que definam um comportamento voltado para o futuro, então sua escolha pode estar na realização do processo de COACHING. Ele possibilitará o desenvolvimento de potenciais que garantirão uma nova forma de funiconamento pessoal.

Por estas razões, o coaching vem sendo muito utilizado nos ambientes corporativos para o desenvolvimento de lideranças e para o incremento das potencialidades de cada profissional. No life coaching as pessoas comprometem-se em focalizar hábitos, comportamentos e abertura de espaço para o trabalho com sua energia pessoal.

A partir destas propostas, o desenvolvimento de competências ou o aproveitamento/direcionamento de energia são as escolhas principais em termos de foco de trabalho. Basta saber em qual deles você se encaixa, para qual deles está mais disponível neste momento de sua vida.

Inteligência Quântica: um Conceito de Transformação

Jorge Menezes (físico e biólogo) apresenta um conceito inovador que se baseia em pricípios da Física Quântica: a I.Q. ou Inteligência Quântica. Sua afirmativa defende a hipótese de que este tipo de Inteligência origina-se na ampliação da consciência. A partir dela, o ser humano se percebe infinitamente capaz e responsável por criar tudo que diz respeito a sua própria vida.

Neste sentido, está a possibilidade de compreender e logo encontrar soluções para as mais diversas situações e/ou adversidades. Em nenhuma hipótese trata-se de um conceito que estabelece capacidades mágicas para nossa vida. Somos capazes de reconhecer soluções, estratégias e focos se formos abertos e não preconceituosos, pois todo aquele que estabelece pré-conceito sobre as coisas está limitado e incapaz de ampliar sua consciência.

A partir de alguns conceitos da Física Quântica, uma das formas de desenvolver as capacidades de I.Q. está na utilização de atividades capazes de estimular as ondas cerebrais a funcionarem em freqüência vibratória mais lenta, pois conforme a freqüência destas ondas a pessoa desenvolve a capacidade de visualização de aspectos pessoais. Atividades como as de meditação, ioga, etc.. tendem a levar a pessoa a exercitar a diminuição de suas freqüências cerebrais, promovendo um contato com seus aspectos muito mais estreito e consciente. Os pensamentos elevados, positivos, tendem a promover uma programação mental que desencadeia novas possibilidades de ATITUDES.

Portanto, procurando atividades capazes de monitorar um funcionamento mental mais centrado em projeções positivas, estamos impulsionando o próprio sucesso de nossos propóritos. É uma questão de EXERCITAR. Requer força de vontade, até que se sistematize uma nova forma de programação, mas não carrega nenhuma dificuldade em termos de complexidade. Basta querer e esforçar-se em colocar em prática!

A Emoção Atrapalha suas Escolhas?

Toda emoção, por mais negativa que seja, sempre tem uma intenção positiva. As emoções, portanto, mesmo tendo resultados negativos, podem não ser totalmente negativas, podem ser aproveitadas para se descobrir diferentes possibilidades para nossa vida.

A enoção é apenas um SINAL. Se a pessoa conseguir descobrir a intenção positiva por trás dele, vai conseguir trabalhar questões a seu favor.

Lidar com emoções de forma positiva é uma questão de INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. As pessoas que possuem esta inteligência desenvolvida, apresentam três características báscias:

* Sabem a hora certa para acessar completamente uma emoção;

* Podem escolher um momento específico para não acessar uma emoção, exercendo auto-controle;

* Ao experimentar uma emoção, sabem descrevê-la e conseguem refletir sobre ela.

As competências emocionais também podem ser desenvolvidas, como qualquer outra competência que se busca trabalhar em coaching. É preciso reconhecer, apenas, em que áreas de minha vida necessito atingir um desenvolvimento maior: em meu AUTO-CONHECIMENTO, no GERENCIAMENTO de minhas emoções, em minha MOTIVAÇÃO, no CONHECIMENTO dos OUTROS, no GERENCIAMENTO da RELAÇÃO com os outros?

Descobrir estas áreas e como se lida com elas é um passo importante no crescimento pessoal e no desenvolvimento da INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Por que não tentar?

[Já+Einstein+defendia+que+a+matéria-tempo,+é+apenas+um+fenómeno+local+exibido+por+regiões-emoções+onde+a+energia+do+campo-pensamento+está+muito+concentrada...pois,+mas+desde+1916+que+já+não+existem+génios!] 

UM OUTRO OLHAR

Hoje tive a grata oportunidade de passear pela cidade através da linha de “Ônibus Turismo”, disponível em Porto Alegre, diariamente. 

A experiência de olhar nossa cidade sob um ângulo diferente, trouxe a constatação de que as coisas mais cotidianas de nossa vida geralmente ficam numa percepção mais automática, pois estamos sempre com “pressa”, cumprindo o que nos propomos.

Visitar a cidade que nos acolhe todos os dias, passando pelas mesmas ruas que nos levam de um lado a outro, com a oportunidade de enxergar detalhes e olhar para o alto… ou olhar “do” alto. Como se, naqueles momentos, estivesse enxergando as mesmas cores, formas e contornos com uma ótica de distanciamento. Mas, um distanciar-se que aproxima de um olhar mais autêntico, mais dinâmico e vivo, pois faz com que se perceba detalhes simples e bonitos de coisas que, em geral, são corriqueiras: uma sinaleira, as janelas de um prédio mais antigo, uma estátua em uma fachada para a qual nunca olhamos, cores novas em prédios antes não destacados… os galhos de árvores que, diariamente, estão mais distantes de nós.

Pois esta vivência me trouxe a possibilidade de fazer uma analogia com o processo de Coaching. Isto, porque, passar por este caminho, de olhar para si e para suas competências de forma mais distanciada ou com uma ótica um pouco diferente, justamente por não se dar da mesma forma com a qual fazemos isto no cotidiano, pode nos remeter a mesma experiência de passear pela cidade num “Ônibus Turismo”.

Dispor-se a ingressar nas propostas que o Coaching traz, certamente transforma a visão que temos de nós mesmos. Isto, por si só, já mobiliza uma nova atitude. O desenvolvimento das competências só vai realizar-se quando conseguirmos visualizar a nós mesmos sob um novo prisma, com um novo reconhecimento. Do contrário, permanecemos nas velhas atitudes de quem acorda todo dia e “anda” pela cidade a esmo, cumprindo obrigações e nem sempre empenhando todas as possibilidades que nossa essência nos levaria a realizar.

Será que como lideranças, ou mesmo em nossas vidas pessoais, já paramos para rever nossa própria visão sobre nossas competências e possibilidades pessoais de crescimento? Pensar nisso já pode levar à busca de uma nova atitude, quem sabe aceitar o desafio de realizar coaching ?

O QUE VOCÊ BUSCA?

Você busca focalizar suas ações para conseguir completar PLANOS?

Você responsabiliza-se por seus COMPORTAMENTOS, assumindo suas ATITUDES?

Você aceita ser confrontado ou INTERROMPIDO? Enfrenta situações adversas ou de conflito?

Você toma INICIATIVA para resolver mudar atitudes? Acredita que as SOLUÇÕES de problemas podem começar pela sua AÇÃO?

Se você respondeu SIMa estas 4perguntas…

Seu CAMINHO para o efetivo desenvolvimento e eficácia pode estar na decisão de fazer COACHING.

Através do processo de COACHING você pode gerar SOLUÇÕES criativas, encontrar novas PERSPECTIVAS e desenvolver COMPETÊNCIAS.

O COACH que trabalha de forma efetiva…

COMUNICA-SE…

REALIZA GESTÃO CRIATIVA…

PROMOVE RELACIONAMENTOS…

Quem deseja OLHAR à frente deve interessar-se em construir FUTURO a partir de AÇÕES.

NÃO HÁ FOCO NA ANÁLISE DE SITUAÇÕES EMOCIONAIS.

Como COACHEE você buscará a AÇÃO que conquista o CRESCIMENTO, pois o processo de COACHING traz às pessoas a possibilidade de AVANÇAR em direção a suas METAS mais importantes. A partir de AÇÕES específicas, pode-se realizar seus objetivos e determinar mudanças em sua visão de CARREIRA ou  VIDA.

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O QUE É O PROCESSO DE COACHING?

COACHING tem relação com o desenvolvimento de COMPETÊNCIAS e trabalha focado sobre metas específicas daquele que está realizando o processo (o COACHEE). O facilitador (o COACH) atua como aquele que auxilia na definição de estratégias, mas sempre a partir das próprias experiências do COACHEE. O COACH nunca apresentará soluções prontas, por isso deve estabelecer uma aliança efetiva com seu COACHEE, para conhecê-lo e atuar a partir das metas pessoais do mesmo.

As áreas a serem focalizadas são definidas a partir das metas de vida que a pessoa está buscando atingir. O COACHING pode estar focalizado sobre a área EXECUTIVA, de atuação profissional, ou de VIDA, dentro da descoberta das diversas necessidades pessoais que apresentam demandas de aprimoramento.

Sem dúvidas, o processo de COACHING se caracteriza pela descoberta de seu próprio caminho, acompanhada por alguém que pode auxiliar a enxergar aspectos com olhos mais específicos, focalizados.

Coaching

Coaching (Webster) Coach: Inglês, coche Francês, kutche Alemão, kocsi Húngaro. Kócs, cidade húngara onde a palavra foi utilizada pela primeira vez para designar “carruagem de quatro rodas”. Gíria de origem universitária norte-americana para designar “tutor particular” que prepara o aluno para um exame de uma determinada matéria. Instrutor ou treinador de atletas, atores ou cantores.

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