Stress ou Qualidade de Vida. Uma questão de Escolha

Já nos acostumamos a ouvir as pessoas a nossa volta comentarem: “estou estressado”, “adoeci devido ao stress…” ou “tenho insônia por causa de meu trabalho estressante”. Sim, vivemos em meio a caos, à multiplicidade de estímulos e informações. Além disto, somos pressionados todos os dias a render o máximo, a sermos excelentes no que fazemos, profissional e pessoalmente.
Porém, se escolhermos esta ótica para analisar as possibilidades de lidar com as situações estressantes, concluiremos que não há como sair deste círculo vicioso que se tornou nossa vida. Acreditaremos, então, que o melhor é mudar para uma cidade do interior, parar de trabalhar ou, ainda, escolher outra profissão. Muitos de nós, possivelmente, acabaremos conformados com a situação de stress permanente.
Avaliar a vida e fazer novas escolhas seja ela um novo local para morar, uma mudança radical de vida, de carreira ou a aposentadoria precoce, sempre pode trazer ganhos e benefícios. Porém, estas não precisam ser, necessariamente, as únicas formas para eliminar ou diminuir o stress em nossas vidas.
Há outra forma de modificar hábitos e pensamentos que levem à mudança de comportamentos, fazendo-nos viver com mais tranqüilidade, mesmo que vivamos no caos da cidade grande, do emprego pressionador ou da situação de vida difícil em que possamos nos encontrar.
A resposta é escolha! Você acredita que é possível escolher entre o stress ou a qualidade de vida sem que o meio externo seja muito modificado? Bem, é possível e, diria, necessário você fazer novas escolhas para que seu nível de stress diminua e, até, seja eliminado.
Nossa formação nos leva a definir padrões de comportamento que nem sempre favorecem uma habilidade inteligente conhecida como Q.A., ou seja, o Quociente de Inteligência. Esta é a habilidade de lidar com as adversidades da vida, as mudanças, as adaptações, as frustrações. Dependendo de nossa capacidade para flexibilizar nosso comportamento nestas situações, podemos dizer que nosso Q.A. é maior ou menor.
A questão principal é, portanto, poder “escolher” não estressar, justamente pela habilidade de tomar caminhos alternativos de reação ao que incomoda. Na medida em que desenvolvo em Q.A. mais alto, cada vez que alguém buzina, o vizinho arranha o carro, o chefe chega de mau humor ou a conta da luz estourou a quota de gastos no mês… consigo escolher não me irritar, chorar, esmurrar, esbravejar… Possivelmente, escolherei me defender e resolver a situação sem deixar me atingir e buscando identificar a forma como me sinto, o que é possível fazer ou não fazer.
Poder escolher por capacidade de escolha é algo que traz a possibilidade de um autoconhecimento e, consequentemente, de enfrentamento mais ameno de situações difíceis ou incômodas. As formas de desenvolvimento desta capacidade podem estar na escolha de atividades que desenvolvam o autoconhecimento, a tranqüilidade ou a visão interior. Entre estas, o life coaching, a psicoterapia ou mesmo as variadas práticas de meditação são atividades efetivas e de comprovação científica para promover estas mudanças.
Não estou afirmando que tenhamos de nos tornar bobos ou aceitar tudo e todos que venham a nos atingir. Afirmo, sim, que podemos nos tornar mais qualificados e maduros no trato destas questões. Podemos, inclusive, saber lidar com a raiva, a tristeza, o cansaço, a indignação sem que a energia seja direcionada contra nós mesmos e, sim, a favor da tomada das melhores definições de resolução.
A chave para evitar que o stress se torne banal em nossa vida e nos traga tantas consequências ruins, é buscar a qualidade de vida dentro de nós mesmos, não apenas na mudança de hábitos de alimentação, lazer, sono, movimento. Estes são importantes, mas só terão validade se antes conseguirmos mudar a forma como vemos a nós mesmos.
Reflita e faça a pergunta a si mesmo: posso, hoje, escolher entre o stress e a qualidade de vida?

NOSSOS PARADIGMAS PESSOAIS

NAVEGANDO NAS MUDANÇAS DO MUNDO… NAVEGANDO EM SUAS MUDANÇAS

“Durante o processo de mudança, a ferramenta mais poderosa é uma mente aberta.”

John P. Herzog

Já se tornou lugar comum afirmar que o mundo se modifica em velocidade acelerada nesta época que vivemos. Porém, é sempre bom refletir a respeito desta questão, pois o homem que vive hoje as tais modificações aceleradas precisa reagir de maneira bem distinta do que aquele que experimentou as modificações que cada passagem de década ou século colocava a prova.

Nossas crenças, valores e diretrizes pessoais são influenciadas por cada nova proposta que a cultura, a vida social e as tecnologias oferecem. Isto significa que cada coisa nova que surge vai se contrapor ou até complementar nosso modo de enxergar o mundo e decidir ao que aderir neste contexto.

Há tempos atrás – leia-se “30, 40 ou 50 anos” – as coisas andavam mais desaceleradas, mesmo que mudanças fossem percebidas de maneira bem clara, de tempos em tempos. Uma descoberta tecnológica, como a televisão a cores, o carro bi-combustível ou mesmo os primeiros PC´s, deixavam marcas que ficavam bem profundas e desenhadas no modo de passar a ver o mundo.Um homem vivia uma década ou duas e somente ao perceber seus filhos tornando-se adultos é que dava-se conta do que a “nova geração” estava trazendo de diferente.

E se recordarmos um tempo anterior, ainda, como os séculos passados, para certos conceitos uma década apenas não era o suficiente para que tais percepções fossem tão intensas. A invenção do carro, por exemplo, causou um impacto que foi atingindo a vida da maioria das pessoas apenas quando ele tornou-se mais “popular”, com a criação do fusca, por exemplo.

Possivelmente esta já não seja a realidade de hoje. Atualmente, na proporção de um semestre para o outro novas invenções ou novas intenções do mercado já são capazes de nos levar a quebrar paradigmas para que não se perca certas oportunidades de trabalho ou de crescimento.Muitas vezes, inclusive, mudanças são capazes de determinar a quebra financeira de certas empresas ou pessoas no espaço de um ano.

Há uma constante necessidade de olhar para fora e decidir em qual nova tecnologia ou qual nova informação no trabalho se precisa aderir para qe não se fique perdido pelo caminho. Fala-se em estratégias de ação para todo e qualquer planejamento que desejar se cumprir e não acabar pelo caminho, diante de imprevistos.

Ainda assim, percebe-se uma grande tendência das pessoas de buscarem o desenvolvimento de si próprias, a visão interior mais clarificada. Por quê? Acredito que o fato de tantas e tantas mudanças oprimirem e sufocarem, produzirem receios e inseguranças, fez com que as pessoas de mente aberta percebessem que não se consegue mudar nada exteriormente se, em primeiro lugar, não se estiver aberto a conhecer a si mesmo e mudar suas próprias questões.

Nenhum de nós é capaz de sustentar mudanças e enfrentar os receios e dilemas que elas podem produzir se não estiver bem certo de quais são seus valores, que caminhos pessoais deseja seguir ou que paradigmas são importantes quebrar. Pois, se você decide aprender uma nova língua, por exemplo, mas não se dá conta de que para isto precisa quebrar dentro de si a idéia de que pessoas envelhecem e tem mais dificuldades para aprender, então você terá grandes problemas para atingir seu foco. Percebem, com o exemplo, o quanto uma coisa está ligada a outra? Mudar algo externo, comunicar-se em outra língua, pressupõe que você mude a crença sobre si mesmo, sobre você ter, sim, a capacidade para o aprendizado.

Pense nisto, mude seus pargdigmas interiores, com certeza você alcançará metas novas em sua vida com mais facilidade! Boa sote!

RESPEITO e ÉTICA

INGREDIENTES DE UM FUTURO MAIS HUMANO

O psicólogo Howard GARDNER aponta-nos, a partir de sua pesquisa atual nos Projetos Zero GoodWork (Harvard Institute), a necessidade de desenvolvermos cinco tipos de mentes indispensáveis para construção de um mundo com mais efetividade de resultados e relacionamentos:

  • A Mente DISCIPLINADA, que domina as principais escolas de pensamento e pelo menos uma habilidade profissional.
  • A Mente SINTETIZADORA, que integra idéias de diferentes disciplinas ou esferas em um todo coerente, transmitindo esta integração a outras pessoas.
  • A Mente CRIADORA, que revela e resolve novos problemas, questões e fenômenos.
  • A Mente RESPEITOSA, que tem consciência e compreensão das diferenças entre os seres humanos.
  • A Mente ÉTICA, que busca cumprir as responsabilidades como trabalhador e cidadão.

A maior necessidade para o mundo futuro é o desenvolvimento de habilidades capazes de lidar com o imprevisto, com o que não se poder prever. Os seres humanos, possivelmente, nunca haviam sido exigidos com tanta intensidade em relação às incertezas do futuro, pois as mudanças culturais e de tecnologia fluíam de maneira mais lenta em tempos passados. Atualmente, a velocidade das mudanças nos coloca frente a frente, cada vez mais, com o grande medo que o futuro é capaz de mobilizar: a incerteza, o não controle.

GARDNER propõe um desafio, destacando as habilidades de RESPEITO e ÉTICA como os pontos chave deste desenvolvimento humano diferenciado, apontando para um futuro onde sejamos capazes de pensar mais no We (nós) do que no My (meu). Ou seja, a coletividade será cada vez mais necessária, visto que todos estamos incluídos, queiramos ou não, nesta maravilhosa aldeia global.

Aqui destaco uma frase de Mário Sérgio CORTELLA, um filósofo brasileiro muito envolvido com as questões educacionais. Afirma este autor que “a decisão em um dilema é sempre individual, mas suas conseqüências podem afetar muitas outras pessoas” (CORTELLA, M. 2008, pág.125). Este pensamento referenda a ética como uma questão que deveria permear toda e qualquer relação entre as pessoas, pois se preciso tomar uma decisão acertada para minha vida, ela não vai, necessariamente, significar que eu deva escolher sempre o que é bom para mim, pois muitas vezes isto pode significar o mal-estar ou o malefício a outros.

Para ilustrar cito o exemplo de uma pessoa que precisa decidir-se por uma vaga de emprego que, necessariamente, vai lhe trazer o afastamento de um cargo o qual ocupa há algum tempo. A nova função ofertada pode lhe soar, primeiramente, como uma grande oportunidade de mudança, de respirar “novos ares” ou, até, de conviver com novos colegas. Porém, a empresa onde está lhe oferece há algum tempo as condições necessárias para crescer, o ambiente adequado para sentir-se valorizada e uma remuneração bem razoável em termos salariais. Além de tudo isto, esta pessoa terá de fazer um número maior de horas em sua carga semanal, deixando de lado projetos pessoais e a vida de família, o que pode lhe custar bem caro, mas até é aceitável dentro da visão de aceitar novos desafios. E a empresa a qual hoje ela serve pode enfrentar problemas por ficar sem a sua participação.

Pois bem, esta é uma situação em que o dilema da pessoa que gostaria de aceitar a vaga pode produzir mal estar para outras que com ela convivem. A mudança poderia ser vista como algo significativo e motivador, mas ela traria outros problemas a ela mesma e às pessoas com quem se sente compromissada. O resultado desta pequena história é que a pessoa em questão não aderiu à nova vaga, ao desafio de mudança. Ela levou em conta alguns aspectos importantes de compromisso com o outro, além, é claro, de visualizar que onde está também pode enriquecer seus desafios e metas pessoais.

Será que este relato pode soar como uma utopia? Ou como um exemplo simplista entre tantos outros que poderiam ilustrar a questão da ética? Não, apenas foi utilizado por fazer parte de realidades como a de tantos outros profissionais e para deixar bem claro que enfrentamos, sim, dilemas éticos em situações do dia a dia, da vida cotidiana. Estamos tantas vezes preocupados em analisar a ética na política ou em casos jornalísticos importantes. Mas, será que paramos para visualizar o que ocorre todos os dias ao nosso lado ou em relação a nossas atitudes? Visualize exemplos de sua vida, da hora que acorda à que dorme, das pessoas com quem conviveu no dia… e tire suas conclusões. Sempre é tempo de rever certos comportamentos e aprender com erros e acertos. Use o que de bom já fez para modificar as coisas que ainda lhe perturbam a consciência!

APRENDEMOS COM AS CRIANÇAS

APRENDA A OLHAR O MUNDO PELA ÓTICA DA INFÂNCIA

Há alguns dias assisti a uma das Campanhas Publicitárias do Jornal Zero Hora (Porto Alegre/RS). Sem querer ser portadora de nenhuma mensagem comercial, o que antes me motiva a descrever a reflexão que fiz é o fio condutor utilizado pela mensagem implícita no vídeo. Algumas imagens estavam gravadas ali, propostas como motor das inúmeras possibilidades de leitura: simples e belas, singelas e profundas, diretas e infinitamente complexas… tudo ao mesmo tempo. E elas faziam pensar assim que surgiam na tela, pois estavam associadas a um convite do narrador para que se fizessem tais associações, o que surpreendia, pois cada palavra estava estampada na imagem exibida.

Naquele momento, mobilizou-me a idéia do quanto é rico perceber imagens de maneira diferente, por outros ângulos de visão ou mesmo por entre plantas, pelo fundo de um vidro, em meio ao ambiente liquido de uma piscina ou do alto de um avião. Nossa! Se você gosta de fotografia ou de pinturas, possivelmente saiba que registrar ou pintar imagens sob pontos de vista diferenciados nos rende cenas muito variadas e capazes de fazer nossa imaginação e nossa emoção pulsar de maneira intensa. Imaginem ver isti estampado num simples comercial de 1 minuto? E o que logo todas estas associações me fizeram corresponder às idéias que defendo, entre tantas, de que as crianças podem ser poderosas em sua forma de conceber o mundo e registrar suas experiências. Acredito que esta forma de experimentar as coisas é que lhes garante a aprendizagem de qualidade. Se forem tolhidas nesta qualidade de ação, então seu conhecimento fica limitado.

Pois, para minha surpresa, o mesmo jornal noticiou em suas páginas de sábado (08/05/10) a forma como tal peça publicitária foi construída. E então eu me encantei mais ainda! E minha justificativa de tal encantamento foi o fato de adultos, criativos, cheios de energia de pensamento, recorrerem a crianças, em suas mais puras forma de expressão e espontaneidade, para construir um pequeno vídeo que mobiliza pensamentos e sensações. Incrível! E ao mesmo tempo tão verdadeiro. Que bom existirem pessoas que valorizem as virtudes da infância.

O que gostaria de destacar é que pensar o mundo com olhos de criança não é apenas uma questão de tentar ser mais sensível ou poético. É realmente perceber as coisas de um outro ângulo, esquecendo um pouco que a solução dos problemas deva estar sempre pela mais racional solução que a tecnologia ou as teorias lógicas possam nos trazer. É preciso reconhecer os caminhos pelas vias mais espontâneas, pela leitura da realidade de forma mais significativa, não tão idealizada. E acredito que nisto o adulto é capaz de se mostrar mais humano, pois se for criativo, se for sensível, com certeza será mais verdadeiro e resolverá suas questões –  de mundo, de relacionamento, de fome, de vida financeira, de realização pessoal… seja o que for – com muito mais amplitude de visão.

Olhar as coisas de outra forma pressupõe decidir pelas soluções de problemas com muita simplicidade e, ao mesmo tempo, com muita profundidade. Uma criança é capaz de dizer que gostaria de ser “lixeiro”, porque este “corre atrás de um caminhão e isto deve ser bem difícil”… Olhe quanta presença de valor numa resposta como esta, pois o que talvez mais importe é o quanto a atividade é difícil, já que se torna um desafio e não um juízo de valor pelo status da missão que ela possa representar aos olhos adultos. Este é apenas um, entre tantos exemplos que vez por outra escuto de crianças e de adultos que com elas trabalham, as quais representam, possivelmente, uma lição para nossas vidas adultas.

Para mim o veículo de comunicação citado acertou em cheio em sua peça publicitária, mas foi mais feliz e profundo em sua mensagem implícita, pois a vida de um jornal, por exemplo, deve estar ligada a possibilidade de oferecer às pessoas o algo mais que o dia a dia talvez não deixe muito claro. E a forma de passar a notícia, de informar detalhes ou dicas, ou de despertar curiosidades, todas são maneiras interessantes de nos prender a coisas que nem imaginamos em nosso mundinho pessoal no cotidiano de nossa vida.

Corremos tanto, olhamos para o relógio, para a rua, para o ônibus que passa, para o sinal que abre, para o telefone que toca…. Mas, onde fica a percepção de coisas reais que estão à nossa volta? O mundo que cai diante de uma crise financeira, o avião que mata mais de 200 ao mergulhar no mar, nossa vizinha que atravessa a rua e é atropelada? Vemos que em nossa empresa alguém pode estar desanimado, um colega pode ter perdido alguém importante, o cliente talvez tenha sido rude porque hoje ficou sabendo de sua doença? Enxergamos quando alguém faz algo belo, como um cartão ou uma redação perfeita de um texto para seu trabalho? Percebemos que mais um colega chegou na Equipe e o pensamos no que poderemos fazer para que se sinta bem?

Bem, se pedirmos emprestada às crianças a capacidade de “abrir os olhos”, possivelmente poderemos nos tornar adultos que enxergam, não apenas olham. Veja o vídeo, tire suas conclusões e, se quiser, me dê sua opinião!

 

TRABAHO ou EMPREGO?

Estamos iniciando o mês de MAIO e ontem comemoramos o Dia do Trabalho. Acredito que a data tenha transcorrido com diversas reflexões a respeito do tema, mas gostaria de contribuir com a minha reflexão a respeito da evolução do conceito de TRABALHO.

Segundo o site http://www.brasilescola.com “comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.

Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário.Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesta data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles”.

O que hoje encontramos no mercado de trabalho vai muito além do que se via na época da criação desta data comemorativa. Na verdade, como tudo que evolui com a história do homem, o trabalho hoje pode estar focado no TRABALHAR ou no SOBREVIVER. Com certeza, na época da origem das reivindicações trabalhistas, as pessoas estavam muito mais preocupadas em garantir os aspectos de dignidade e humanidade que a jornada laboral fosse capaz de oferecer. Condições de saúde e de segurança eram os pontos principais destas conquistas a serem atingidas.

No Brasil, como sabemos, estes direitos foram surgindo de forma gradativa e um dos marcos de certas garantias está registrado nas leis que datam da Era Vargas de governo. Após as mais famosas leis, como a CLT, outras conquistas somaram-se com as histórias de sindicatos e movimentos sociais capazes, inclusive, de promover influência sobre nossa política atual. Prova viva disto está no fato de nossos últimos 8 anos de Governo Federal estarem caracterizados por uma escolha voltada para um homem que foi representante destas lutas sinidicais ( falo do Presidente Luís Inácio Lula da Silva).

Bem, mas este não é um texto com caráter político. Quero voltar o foco para a realidade atual do mercado, que mostra-nos pessoas, em grande parte, voltadas para um objetivo muito maior do que o “ganhar dinheiro para sobreviver”. Tenho acompanhado muitos profissionais que buscam candidatar-se para vagas em empresas que possam lhes garantir, além de um plano de carreira, o incentivo à evolução em sua vida profissional. Estas mostram-se competentes no sentido amplo da palavra, muito além do que se espera delas por sua capacidade técnica. Destacam-se por suas manifestações de capacidade no SER e no RELACIONAR-SE.

Com isto, destaco a importância da conscientização de lideranças e CEO´s no que diz respeito à valorização dos profissionais que lideram. Uma empresa que deseja se consolidar no mercado com uma imagem de qualidade, necessita motivar seus profissionais através de políticas bem definidas no que diz respeito à valorização e meritocracia. Além disto, as empresas precisam adotar práticas de seleção e acompanhamento de pessoas por meio do Sistema de Avaliação de Competências, uma das ferramentas maios efetivas de sucesso no que diz respeito à Gestão de Pessoas atualmente.

E, para os profissionais que buscam concretizar seu sonho de um emprego de qualidade, é fundamental que coloquem entre as visões de futuro para suas carreiras o foco do DESENVOLVIMENTO PESSOAL e PROFISSIONAL. Nos dias de hoje, comemorar o TRABALHO é visualizar o futuro, da gratificação em sua atividade profissional e não apenas o presente, a garantia de recebimento mensal de seu salário.

Você tem visualizado su FUTRO profissional? As respostas podem defnir os objetivos de sua carreira!

SERÁ QUE A MINHA PARTE CONTA?

“Conta uma história que tem seu registro nos Alpes Italianos, num pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o sucesso da colheita.

A tradição naquela região exigia que na festa cada produtor do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho para colocar dentro de um grande barril, que ficava na praça central.

Um dos produtores pensou: “Por que deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Ao invés de vinho, levarei a garrafa do vinho com água, no meio de tantas garrafas de vinho o meu não fará falta”.

Assim pensou… Assim fez.

Conforme o costume, todos se reuniram na praça e cada um com sua caneca pronto para provar dos melhores vinhos da região cuja fama se estendia muito além das fronteiras do país.

Contudo ao abrir a primeira garrafa, a mesma continha… “água”. Abriram à segunda:. “água” e assim todas…

Conclusão: Muita gente acha que a sua ausência não será notada ou não fará falta. “E agindo dessa forma descompromissada, buscam tirar vantagem e não colaborar com os outros…”

 

 COMPROMISSO – Segundo o site Wikipédia Compromisso é a forma, pública ou não, de se comprometer com alguém, com algum objetivo ou causa.” (capturado em 09/08/09)

COMPROMETIMENTO – Idem: “é um conceito que descreve o vinculo (…) do indivíduo com uma instituição.” (capturado em 09/08/09)

 Quando ingressamos em uma empresa ou mesmo no curso em que sonhamos nos formar, ou ainda em um grupo de amigos, geralmente afirmamos que com aquelas pessoas passamos a ser comprometidos. Por quê tomamos esta atitude?

 Como um dos conceitos descreve, a causa é o vínculo.Vincular-se a pessoas, idéias, instituições e, inclusive, a sonhos requer conhecimento, por um lado, e motivação por outro. Aqui destaca-se MOTIVAÇÃO como algo relativo a desejo, algo mais emocional do que racional.

 A dificuldade do tema vínculo e compromisso chega quando acaba-se por misturar o que é racional (compromisso, ação) com o que é emocional (vínculo, desejo). Na verdade, estas coisas encontram-se tão integradas que, na prática, ficam impossíveis de serem separadas. Aqui o faço como uma forma didática de compreendermos que há dois pontos envolvidos na questão do Compromisso Organizacional, tema do qual estamos discorrendo. O compromisso com o trabalho, com o cargo, com a tarefa, com as ações, com o próprio desenvolvimento de sua carreira.

 Quando estes dois pontos entram em confronto, muitas vezes a tendência é a parte emocional ocultar, dificultar o pensamento mais racional. O que se vê, a partir daí, são exemplos como o de pessoas que passam a descomprometer-se com suas tarefas porque determinadas situações as desmotivam, mexem em seu desejo em relação a seu compromisso. Querem um exemplo típico: o salário atrasa, muitas pessoas deixam de fazer suas tarefas com o mesmo afinco. O chefe fica mais irritado, não consegue manifestar reconhecimento, certas pessoas acham-se no direito de deixar de cumprir o horário ou perdem a atenção em certas etapas de seus processos e daí em diante muitos problemas ocorrem.

 Não quero afirmar aqui que cada um de nós deve escolher ser uma espécie de mártir agindo com a maior energia  mesmo diante de situações difíceis, especialmente quando estas dizem respeito à CONFIANÇA e ao cumprimento de PROMESSAS ou REGRAS. Porém, faz parte de nosso desafio de EVOLUIR como pessoas e profissionais, desenvolver em nós mesmos a capacidade de sermos resilients diante de adversidades e prosseguir comprometidos com as coisas que podem definir nossa imagem de ser humano e de profissional. Por quê? Ora, quem deixa de se comprometer corre o risco de ser visto com os olhos do julgamento, da afirmação sobre a ética, sobre a moral. Quando estas questões entram em análise, em qualquer ambiente onde nos encontremos, a retomada da imagem construída é muito mais difícil do que a conquista inicial do vínculo. Isto quando no trabalho, entre amigos, no namoro, no casamento… enfim, em qualquer relação que necessite estebelecer CONFIANÇA.

 O comprometimento, nas empresas, está ligado ao compromisso com a Missão do local ao qual se está ligado, bem como aos valores que este procura pautar em seu negócio no mercado e, ainda, à Visão que a empresa deseja disseminar entre clientes internos (os colaboradores) e externos. Portanto, estando comprometido estou agindo como profissional, quando perco esta atitude posso me considerar em retrocesso na caminhada desempenhada desde que ingressei no mercado de trabalho. É recuperável? Sim, mas muitas vezes leva tempo, dispensa energia e causa sofrimento, além de, em vários casos, só poder realizar-se a partir da demissão em um local e a admissão em outro. Portanto, comprometer-se é cuidar de si mesmo, pois estou fazendo a minha parte na história de minha carreira, além, é claro de estar contribuindo com a empresa.

 No meio corporativo em geral, nesta fase em que o mundo todo corre atrás de crescimento, melhoria de resultados, resolução de crises, entre tantas outras questões competitivas, o colaborador que permanece na empresa e por ela é investido de confiança não está entre os experts e técnicos de alta produtividade, mas entre aqueles que identificam-se com a essência da empresa, os chamados efetivos comprometidos com sua obra.

Lembram de Mário Sérgio Cortella, filósofo brasileiro que destaca a importância de visualizar a OBRA e não o TRABALHO por si só? Pois há muitos outros filósofos, sociólogos, gestores e pessoas éticas, comprometidas com o sucesso real das pessoas a quem lideram e que manifestam a verdadeira ação que gera o COMPROMISSO, que acreditam e apoiam este mesmo movimento de valorização do colaborador que, em outras palavras, “veste a camiseta”. A este movimento podemos chamar de COMPROMISSO CONSIGO MESMO para que se consiga assumir o COMPROMISSO COM O OUTRO.

 SIM! Porque se você levanta pela manhã e procura a direção de seu trabalho, esta deve ser uma atitude da qual você se orgulha não apenas porque lá fará a diferença como empregado, ganhando mais, evoluindo em números de produtividade. Alguém que deseja o sucesso não pode ser comprometido com sua empresa apenas porque ela paga seu salário e pode vir a lhe beneficiar com bônus ou comissões pela produtividade.

 Você fará a diferença se for comprometido com sua própria evolução, como profissional, como pessoa. E disto faz parte assumir aquilo que você um dia prometeu fazer, mesmo que o ambiente venha a manifestar seus altos e baixos, mesmo que seu chefe não o encontre todo dia com o sorriso no rosto ou lhe diga palavras duras para expressar suas dificuldades.

Você tem satisfação quando percebe que consegue ser ÍNTEGRO, comprometido com o que você um dia traçou como sua meta, mesmo que as agruras do ambiente de trabalho lhe façam, vez por outra, pensar em desistir, em descomprometer-se apenas porque o chefe não cumpriu o que prometeu. Você é você, o chefe é o chefe. Quem sabe sua atitude comprometida não o ajude a crescer, da mesma forma que você cresce quando se vê influenciado positivamente por alguém que admira? Pense nisto! Reflita e assuma a sua melhor posição!

 Boa sorte em sua escolha por comprometer-se! Dela depende, em muito, a visão que você passará a quem o rodeia!

Luciana Winck

ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA: Somos cegos por quê?

Cartaz do FilmeAssiti ao filme do brasileiro Fernando Meirelles. Baseando-se no livro de José Saramago, a história traduz uma angustiante realidade de uma sociedade que recusa-se a perceber o outro e, provavelmente por isto mesmo, deixa de “enxergar” as coisas do dia-a-dia.

O filme é muito bem elaborado, utiliza recursos cenográficos que, para análise de minha leiga visão cinéfila, são capazes de nos transportar às sensações de “estar cego” e, ao mesmo tempo, ver-se espectador de uma incrível e angustiante realidade de não reconhecer mais o que, cotidianamente, se constata pela visão.

Acredito que o mais mobilizante, neste sentido, foi o fato de as pessoas serm forçadas a descobrir que “o essencial é invisível aos olhos”", utilizando uma famosa e antiga frase de um pensador, pela trágica doença que se instala, gradativamente, em toda a sociedade. Sim, aqueles que se tornam incapazes de “ver” com o coração, acabam tornando-se cegos para que possam descobrir, a si e ao outro, em outra realidades.

O mais cruel, no entenato, é que nem todos encontram, mesmo na dificuldade, esta capacidade. Existem os que só conseguem aderir à crueldade de buscar a satisfação das necessidades básicas pelo “passar por cima da dignidade alheia”. Determinadascenas do filme retratam a verdade nua e crua dos que, mesmo cegos, ou “cegos há mais tempo”, acabam agindo com crueldade em relação aos demais para garantir a satisfação egoísta e não para compartilhar ou amenizar da dor de estar sem enxergar.

Apesar de tudo isto, a personagem de Juliane Moore traz a esperança de que ainda possam existir aqueles que não se “contaminam” pela cegueira por terem em sua essência a capacidade de manterem-se “enxergando” o que é essencial: a solidariedade, o perdão, o amor e atenção aos outros, até mesmo diante da necessidade de abster-se de algumas necessidades suas em prol das que os demais apresentam. A força de alguém que “enxerga com sua essência” vale mais do que qualquer força física ou econômica e o filme diexa isto bem claro.

O “CIRCO” ou o CÍRCULO NO TRABALHO DE EQUIPE?

 

      Todos conhecem ao redor do mundo a maravilhosa forma de expressão e arte do Cirque Du Soleil. A combinação de cor, movimento, habilidade e dramaticidade deixam a nós, leigos na arte circense, boquiabertos com tamanha perfeição de espetáculo.

      Assistindo a um dos vídeos do espetáculo Quidam, que por estes dias de Abril apresenta-se em Porto Alegre/RS, fiquei impressionada com um detalhe que pode ser aproveitado em qualquer um dos ambientes corporativos que conhecemos: a atuação de equipe integrada e perfeita em suas atitudes de cooperação. Observe qualquer uma das partes do espetáculo e verá uma troca de movimentos muito bem articulada e a participação interessada e concentrada de cada um dos colaboradores. O resultado está expresso numa bela expressão de arte e sentimento.

      O que desejo fazer de correspondência, neste sentido, é que em empresas que desenvolvem equipes bem integradas e articuladas percebe-se o mesmo prazer ao constatar resultados perfeitamente impecáveis, enxutos e de qualidade. É a verdadeira obra da equipe cooperativa.

      A consultora Clélia Leão, especialista em etiqueta corporativa, colunista da Revista VOCÊ/SA, escreve em seu texto da edição de Abril/2010: “É um prazer trabalhar com quem cumpre o prometido”. Sim, da mesma forma como é prazeroso assistir a um espetáculo tão sincronizado, também se torna muito motivador fazer parte de um grupo em que cada um faz sua parte e, muitas vezes, ainda compromete-se em ficar atento ao suporte que qualquer colega necessite receber.

      Você pode dizer que é utopia pensar desta maneira. Pode ser! Mas o grupo de circo admirado pelo mundo afora pode muito bem ter começado a partir de uma idéia utópica e hoje percorre o mundo mostrando excelência de trabalho reconhecida por todos nós. Se uma equipe tem o foco no trabalho de qualidade deverá ser motivada a fazer o melhor que pode, dentro de uma sincronia de ações capaz de alcançar a perfeição. Quem não almeja perfeição não atinge a qualidade desejada.

      Um dos conceitos da qualidade é o ciclo de PDCA (Plan, Do, Check, Action). Fazer girar o ciclo é planejar ações, realizá-las, verificá-las para mantê-las ou aperfeiçoá-las. Ou seja, estabelece-se um círculo de ação capaz de atingir, sim, o sonho da perfeição, ou melhor, almejando a perfeição. Não é possível enxergar aqui as cenas do Cirque Du Soleil citadas no princípio deste texto? Com certeza, o mesmo tipo de concepção pode estar sendo aplicado na idealização e concretização de cada um dos espetáculos que eles exibem pelo mundo. Se assim não o fosse, não se encontrariam onde estão hoje.

      E então? Não é possível dizer que uma equipe que circula pela perfeição pode alcançar a beleza de um espetáculo circense? Desculpe o trocadilho, mas ele me parece perfeito para discorrer sobre este tema. Motive sua equipe a almejar a perfeição. Use as cenas do grupo citado, elas ajudam a despertar a vontade se fazer melhor. E mostre que cada um precisa comprometer-se com sua parte no espetáculo!

COMUNICAÇÃO: UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO?

Você sabe como comunicar bem suas idéias?

 

É bastante comum observar em empresas, ou  grupos que mantém relacionamento há algum tempo, e detectar que uma das grandes causas de dissociações, desentendimentos ou mal-estar residem na questão do COMUNICAR-SE. Podemos afirmar que o fator comunicação é o “calcanhar de Aquiles” em qualquer ambiente.

 

Mas, será que é possível encontrar alternativas ou estratégias que garantam uma fluidez maior dos diálogos entre as pessoas? Esta pode ser uma resposta positiva se levarmos em conta a disponibilidade de cada um dos envolvidos nesta questão.

 

O que desejo afirmar, com isto é que se cada pessoa fizer a sua parte e conseguir atingir a percepção adequada em relação ao outro, sem deixar que os “ruídos” naturais interfiram na mensagem, é possível melhorar os canais de diálogo.

 

Esta disponibilidade começa no próprio corpo. Segundo uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, 93% da eficácia da comunicação reside no tom e na intensidade da voz, além dos gestos e expressões corporais. Para a fonoaudióloga da PUC-SP, Leny Kyrillos, “a mensagem que prevalece é aquela transmitida pela comunicação não verbal”. (Fonte; Revista VOCê S/A, maio/09).

 

Portanto, estando mais atento à forma como você age enquanto fala, além das respostas que recebe de seu interlocutor, com certeza sua disponibilidade para comunicar-se favorecerá a compreensão da mensagem, de ambos os lados.

 

Algumas dicas podem ser úteis neste sentido:

 

·         Desenvoltura e clareza na comunicação e dicção. Não basta saber aquilo que se quer falar, é preciso saber como falar e transmitir. Um dos estudos mais importantes do ator é justamente esse: como dar vida e sentido a um texto.

·         Trabalho corporal associado às idéias que se esteja transmitindo. Ou seja, lembrar que não apenas a voz, mas também o corpo fala, e pode ser trabalhado em virtude daquilo que se queira transmitir. Uma pessoa sem consciência corporal pode, ainda que sem querer, perder por completo o interesse de seu receptor, enquanto aquele que mantiver esta consciência pode manter todo receptor interessado em suas palavras do início ao fim de seu discurso. A forma como alguém gesticula, sinaliza o que esta pessoa sente. Por exemplo: uma posição ereta, olhando de frente e braços voltados para quem está falando dá a idéia de acessibilidade e entusiasmo. Já se você cruza os braços ou mantém os ombros caídos, o efeito pode ser contrário ao citado anteriormente. Rosto e boca são agentes importantes de uma comunicação eficiente, portanto não deixe passar uma postura desleixada ou com bocejos.

·         Compreensão das reações das pessoas e adaptação a cada tipo diferente de público é outra forma de atingir o que se deseja. É importante saber interpretar a linguagem corporal da audiência e perceber quando há a necessidade de variar a estratégia de ação adotada para tal ou qual ação comunicativa a ser empregada (de uma simples conversa até palestra ou debate, entre outros). Por exemplo, para determinados públicos, o diálogo precisa ser mais físico, concreto, estabelecendo uma proximidade. Para outros, deve ser mais humorístico. Para outros, ainda, há a necessidade de diminuir o ritmo e explicar com mais calma, ilustrando com mais exemplos. Pois bem, cabe a quem deseja comunicar-se identificar estas questões e fazer a sua escolha. Saber escutar também é prioridade quando se deseja compreender o outro e ser compreendido. Você está aberto às mensagens que recebe? Em primeiro lugar, saiba esperar que a mensagem da outra pessoa seja completada, registre a informação, prestando atenção ao que é dito, antes de devolver a ele(a) sua opinião.  Se você não confia em sua memória, faça anotações ou solicite por escrito o que foi dito. Eficiência de comunicação também pode ser medida pela recordação do que foi dito e compreendido. Manifeste seu interesse pelo outro, ele também pode ter idéias tão boas quanto as suas. Admitindo isto, você estará pronto a ser bom ouvinte, além de bom comunicador. (Fonte www.profissaomestre.com.br)

 

Treino de comunicação é muito parecido com treino de futebol, de musculação ou ciclismo, deve ser realizado com freqüência e mantendo a sua atenção para destacar o que dá certo e o que não dá certo de acordo com o que você executar. É necessário acreditar em melhores resultados, ter disciplina e ter força de vontade!

 

 Boa sorte em seu crescimento. A boa comunicação parte, em primeiro lugar, de você mesmo!

O CLIMA NAS EMPRESAS… O CLIMA DA VIDA!

 

Li esta semana um artigo sobre a relação entre o CLIMA ORGANIZACIONAL e a MOTIVAÇÂO de colaboradores. Para quem desejar acessá-lo, encontra-se em www.RH.com.br

Como venho desenvolvendo atividades de Desenvolvimento com diversas equipe de trabalho, gostaria de expôr algumas questões a respeito desse tema. Considero fundamental para a sobrevivência de grupos e seus gestores, ponto de influência direta sobre sua produtividade.

Na verdade, ao se falar no conceito de CLIMA pode-se relacioná-lo a muitas coisas: as concepções que a empresa emprega em seus planos de trabalho, a forma como escolhe seus caminhos de desenvolvimento e expansão, a maneira como enxerga a Qualidade de relacionamentos e de produtividade, o conceito que emprega para promover a satisfação no trabalho… e por aí muitas questões mais podem ser destacadas.

Acredito que o principal foco do CLIMA, que contagia ou desmotiva as pessoas que trabalham dentro de uma empresa, esteja na visão que as lideranças possuem acerca da VIDA da empresa, o que acaba refletindo na VIDA das próprias pessoas que a servem.

Portanto, ao afirmarmos que a MOTIVAÇÃO tem relação direta com a forma como o CLIMA é gerido numa organização, estamos destacando que a VIDA de ambos os lados (da estrutura e das pessoas) depende de um e de outro para que se estabeleça de forma positiva ou negativa.

Se o desejo é formar e manter uma empresa para que seja vista como o melhor local para se trabalhar, é necessário estabelecer uma forma de garantir que a VIDA deste lugar ofereça às pessoas uma identificação com suas próprias vidas. Portanto, quanto mais humana for a gestão de uma empresa, maior será a adesão motivacional dos colaboradores que a ela servirão.

Não esqueça o seu foco de negócio, mas inclua nele o cultivo à VIDA. Você e seus colaboradores tem muito a ganhar com isto!